Já sabemos que o sucesso da estratégia previdenciária depende também dos constantes aportes ao longo do tempo. Além disso, parece fácil perceber que, quanto mais eficientes forem esses aportes, melhor será o resultado da carteira de previdência ao longo do tempo.
Até aqui, uma das ferramentas que aprendi a utilizar para aumentar a eficiência dos aportes é o preço-teto, a partir da definição de um yield mínimo de 6%. Para uma dada projeção de distribuição de lucros por meio dos dividendos, só "vale a pena" comprar uma ação se, a partir do preço pago, ela representar um retorno de ao menos 6% (definição de preço-teto). Assim, caso sejam mantidas essas projeções de dividendos e o preço da ação continuar caindo, significa que o retorno sobre aquele investimento será ainda maior.
No entanto, o que venho percebendo é que essa análise não pode ser realizada para uma única empresa. Uma das formas de aumentar a eficiência dos aportes é, sabendo o preço-teto de várias empresas, investir naquela que está cotada mais abaixo de seu preço-teto. Isso fará com que haja uma majoração do yield on cost.