Eu percebi que estava sendo hipócrita ao relacionar a evolução patrimonial da carteira, pois a estratégia previdenciária não se importa com o patrimônio, e sim com os dividendos, que são os pagadores de boletos.
Para fins de controle, continuarei com a lista da evolução patrimonial da carteira. A tendência é que ela pare de crescer à medida que a quantidade de ações for aumentando, e o patrimônio ficar mais sensível às oscilações do mercado no curto prazo. Porém, darei destaque primeiramente à evolução dos dividendos recebidos, que é o que interessa. Vamos lá, eles estão assim atualmente:
Evolução dos dividendos acumulados da carteira:
2021
- Início de junho/2021: 436,61 reais (R$ 36,38/mês);
- Junho/2021: 493,20 reais (R$ 41,10/mês);
- Julho/2021: 553,69 reais (R$ 46,14/mês);
- Agosto/2021: 1.214,30 reais (R$ 101,19/mês);
- Setembro/2021: 1.214,30 reais (R$ 101,19/mês);
- Outubro/2021: 1.787,40 reais (R$ 148,95/mês);
- Novembro/2021: 2.566,15 reais (R$ 213,85/mês).
A ideia é colocar o acumulado em remuneração ao acionista recebida no ano, e o equivalente à renda média mensal do montante acumulado recebido. Ano a ano a contagem reiniciará, para que se possa comparar a performance anual da carteira.
Com isso, a planilha de dividendos recebidos ficou da seguinte forma (destaquei separadamente de cinza os dividendos mensais recebidos das empresas previdenciárias (em laranja), para comparar com o retorno total da carteira de ações):
Voltemos agora à tradicional (e "inútil") evolução da carteira:
Evolução patrimonial da carteira:
- Início de junho/2021: 19.347,92 reais;
- Junho/2021: 19.802,56 reais;
- Julho/2021: 23.335,92 reais;
- Agosto/2021: 26.175,01 reais;
- Setembro/2021: 29.092,24 reais;
- Outubro/2021: 32.331,65 reais;
- Novembro/2021: 35.869,94 reais.
A composição da carteira ficou da seguinte forma:
Este mês foi pouco ativo em termos de aportes, devido ao mês passado, no qual aportei bastante, e precisei recompor meu caixa de oportunidade/reserva de emergência. Foram 0,00091 Bitcoin; 35 BBAS3; e 7,71924709 SAND.
A compra do Bitcoin se deu como uma pequena oportunidade após o retorno da cotação aos R$ 330.000,00 ou $ 60.000,00, após uma alta histórica a quase $ 69.000,00, em que pese a cotação estar bem acima do meu preço médio, motivo também pelo qual o aporte foi pequeno.
A compra de BBAS3 se deu em virtude de uma breve janela de oportunidade momentos antes do fechamento do dia da data com para recebimento dos proventos que o Banco do Brasil costuma anunciar em novembro, em que a cotação alcançou um patamar abaixo do meu preço médio.
O aporte em SAND (The Sandbox) se deu em virtude da óbvia onda trazida pelos metaversos. O particular motivo pelo qual eu fujo à essência/tradicionalidade da estratégia do Barsi e invisto em criptomoedas pretendo explicar em uma postagem futura no blog.
Porém, qualquer noticiário econômico que abrimos para ler mostra o tal do metaverso, ou seja, é um assunto que está em total evidência por um grande motivo: muita gente tem ganhado dinheiro com isso. SAND é uma criptomoeda que se classifica como um token, basicamente como uma moeda de troca em um ambiente de realidade virtual ou realidade aumentada, que, por sua vez, constitui um metaverso. Os três principais metaversos que tenho visto são o The Sandbox, Decentraland e Axie Infinity. Em particular The Sandbox tem recebido o apoio de muita empresa e gente famosa, como Atari, Binance, a série The Walking Dead, Avenged Sevenfold, e com destaque para Snopp Dogg, que realizará um grande evento no metaverso. Todo esse apoio, na minha opinião, dessas pessoas, chama demasiada atenção para os ambientes virtuais e atrai cada vez mais pessoas e, consequentemente, dinheiro. Mesmo não me envolvendo diretamente com o metaverso, resolvi comprar o token na esperança de que todo esse holofote em cima do tema valorize a criptomoeda.
Importante destacar que toda a minha exposição em criptomoedas é uma parcela mínima da minha carteira pessoal de investimentos, e que a perda total do valor investido não causará um grande impacto nas minhas finanças pessoais.
Ainda este mês iniciei o lançamento de algumas ordens para venda de minhas ações da Petrobras. É uma ação que não pertence aos setores do BEST, alta e excessivamente exposta aos fatores políticos e com uma forte perspectiva de queda para 2022 com as eleições presidenciais. Reconheço que majoritariamente o resultado em dividendos da minha carteira foi devido às ações da Petrobras, porém o alto pagamento que ocorreu esse ano não é algo recorrente. Recentemente a petrolífera anunciou nova política de dividendos trimestrais, que não acredito que será nos mesmos patamares desse ano, principalmente se houver mudança de governo, algo que acredito fortemente.
Com o recurso que atualmente se encontra nessas ações da Petrobras, investirei nas empresas previdenciárias.
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